Ortopóvoa
A colocação de implantes

Nas figuras seguintes, exemplifica-se o processo de colocação de um implante num caso onde haja pouco osso para o integrar.

Assim verificada a situação radiográfica e clinicamente, o implantologista, após anestesia local, abrirá o local operatório para curetar (raspar o osso) provocando algum sangramento e alargar a ferida separando as corticais ósseas. Colocará então osso inerte em pó (bio-osso) na ferida operatória, o qual se misturará com o sangue que contem células que ajudarão a resolver o processo inflamatório criado e a remodelar um novo osso com dimensão própria para receber o implante. Este processo de remodelação óssea demorará cerca de quatro meses. Só depois se poderá colocar o implante e esperar novamente quatro meses que se processe a osteointegração. Noutros casos mais graves com extrema perda de osso, é preferível optar-se por colocar um enxerto de osso nos locais onde queremos colocar implantes.

Essas porções de osso podem ser recolhidas no mesmo tempo operatório em locais vários do corpo humano (ossos maxilares, ossos ilíacos, ossos da calote craniana), etc.. Na figura anterior e nas duas seguintes ilustra-se o processo operatório.

Outra situação frequente, tem a ver com a perda de dentes posteriores no maxilar superior. De facto, quando um paciente perde esses dentes muito cedo, a reabsorção óssea pode tornar a distância entre o rebordo ósseo e o seio nasal (cavidade óssea natural) muito diminuta, ao ponto de não permitir haver altura para colocar implantes.

Para conseguir altura no osso leva-se a efeito um procedimento denominado levantamento do seio maxilar conhecido na literatura internacional como “Sinus Lift”. Com anestesia local e sob medicação apropriada, descola-se a gengiva e expõe-se o rebordo ósseo. Na zona lateral abre-se uma janela óssea que permita inserir um instrumento com a finalidade de levantar a membrana de revestimento da cavidade sinusal. Enchemos agora com osso artificial inerte (bio-osso) o espaço criado. Esse osso irá misturar-se com sangue, o qual contém as células reparadoras e as substâncias necessárias à integração e remodelação de novo osso. Este processo demorará cerca de quatro meses, após o qual se poderão colocar os implantes que também demorarão quatro meses a serem osteointegrados.

A ilustração do processo operatório encontra-se nas figuras seguintes.

Importa dizer que a colocação de um implante é um ato técnico-cirúrgico que obriga a adaptação dos tecidos biológicos circundantes na resolução da inflamação criada.Habitualmente, sendo um clínico especializado e experiente, se foram utilizados materiais de alta qualidade e medicação própria, o implante fixa-se ao osso circundante na ordem dos 95% dos casos, resolvendo-se o processo reparador inflamatório em cerca de quatro meses (osteo-integração). A perda de um implante não é um acontecimento catastrófico e deve ser entendido como problema local biológico. Habitualmente retira-se, espera-se cerca de quatro meses e, após criterioso reestudo recoloca-se o implante.

Tal como os nossos próprios dentes, os implantes não duram sempre.Importa dizer que a colocação de um implante é um ato técnico-cirúrgico que obriga a adaptação dos tecidos biológicos circundantes na resolução da inflamação criada. Habitualmente, sendo um clínico especializado e experiente, se foram utilizados materiais de alta qualidade e medicação própria, o implante fixa-se ao osso circundante na ordem dos 95% dos casos, resolvendo-se o processo reparador inflamatório em cerca de quatro meses (osteointegração).

A perda de um implante não é um acontecimento catastrófico e deve ser entendido como problema local biológico. Habitualmente retira-se, espera-se cerca de quatro meses e, após criterioso reestudo recoloca-se o implante. Tal como os nossos próprios dentes, os implantes não duram sempre. Volvidos vários anos pode gerar-se no osso circundante do implante uma inflamação conhecida como peri-implantite, que progredindo pode levar à mobilidade do implante e à sua perda.

A ORTOPÓVOA Lda. orgulha-se de ter o conhecimento e a experiência para promover reabilitações orofaciais complexas que envolvam dentes dento-suportados e implanto-suportados. Além disso, temos laboratório próprio e técnicos curricularmente habilitados para a confeção das coroas e facetas de cerâmica.

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